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Capítulo 91

Luan Narrando 

Eu senti meu peito subir e descer rápido, ainda sem conseguir me afastar dela. Marina tava ali, entre os meus braços, a respiração dela quente contra a minha pele, e tudo em mim gritava pra não soltar.

Aquela boca… aquele gosto dela… eu não lembrava quanto era viciante até provar de novo.

Me sentei melhor no sofá, trazendo-a junto, acomodando-a no meu colo com cuidado por causa da barriga. Ela deixou escapar um riso nervoso quando ajeitei as mãos na cintura dela, quase como se pedisse permissão outra vez.

- Você fica linda assim… -murmurei perto do pescoço dela, sentindo o cheiro do cabelo, descendo uma mão até descansar na curva do quadril.- …tão linda que eu fico até meio burro.

Ela soltou uma risadinha, mas arfou quando minha mão subiu devagar pelas costas dela, desenhando a curva da coluna por baixo da blusa. Eu sentia a pele dela arrepiar debaixo dos meus dedos.

- Luan… -ela murmurou, meio que em protesto, mas sem força nenhuma pra realmente me parar.

- Shhh… -pedi, beijando o cantinho da boca dela, descendo devagar pela mandíbula até chegar no pescoço.- Deixa eu te sentir um pouco… só um pouco.

Ela fechou os olhos e inclinou a cabeça pra dar espaço, e eu aproveitei, distribuindo beijos leves pela pele quente. Marina se segurava em mim, os dedos dela se agarrando na minha nuca, e eu não fazia questão nenhuma de esconder o quanto aquilo mexia comigo.

A mão dela escorregou pelo meu peito, parou na minha camiseta, e senti as unhas arranharem de leve quando eu mordi suavemente a curva do ombro dela. Ela se contorceu no meu colo, e eu precisei respirar fundo pra não perder o controle de vez.

- Você me enlouquece… -sussurrei, entre um beijo e outro, sentindo a barriga dela roçar em mim.- Sete meses depois e eu ainda te quero como se fosse a primeira vez.

Ela abriu os olhos, me encarou com aquele olhar que sempre me desmonta. E pela primeira vez naquela noite, eu não pensei em nada — não no passado, não no que a gente prometeu ser só amizade, não no amanhã.

Era só eu e ela, naquele sofá.

E eu juro, por Deus, que eu faria qualquer coisa pra aquele momento durar pra sempre.

Os dedos dela subiram pela minha nuca devagar, até enroscar no meu cabelo, puxando de leve, me trazendo de volta pra boca dela num beijo quente, urgente, carregado de tudo o que a gente vinha tentando segurar por meses.

Eu deslizei as mãos pelas coxas dela, sentindo a pele macia por baixo do tecido, e a puxei mais pra mim, encaixando seu corpo ao meu com cuidado, mas sem esconder a fome que eu sentia por ela.

- Eu também quero, Luan… -ela sussurrou contra minha boca, com os olhos fechados, o peito subindo e descendo rápido, e só de ouvir aquilo a tensão no meu corpo aumentou.- Para de se segurar.

Foi a minha deixa.

Deitei-a devagar no sofá, cuidando pra barriga dela não ficar em posição desconfortável, e me apoiei sobre ela, beijando sua boca com mais intensidade, mais profundo. Um gemido escapou de sua garganta quando minha mão desceu pela lateral do corpo dela, parando na curva do quadril e apertando de leve.

- Você não faz ideia do quanto eu senti falta disso… -murmurei contra a pele dela, beijando sua clavícula, sua garganta, até sentir as unhas dela cravarem nos meus ombros.

Ela arqueou as costas, me dando espaço, e minhas mãos passearam por cada centímetro que eu podia alcançar, como se quisessem reaprender o caminho do corpo dela, a memória de cada curva, cada suspiro.

O calor que se formava entre nós era quase insuportável, e ainda assim eu ia com calma, porque ela carregava a nossa filha e eu não queria machucá-la nem por um segundo.

- Você é minha… -eu disse baixo, encostando a testa na dela, os dedos entrelaçando os dela enquanto nossos quadris já se encontravam num ritmo lento, quase doloroso de tão intenso.- Sempre foi… sempre vai ser…

- Eu sei… -ela respondeu, a voz rouca e embargada, os olhos brilhando com desejo e emoção ao mesmo tempo.- Só… não para…

E eu não parei.

Beijei-a como se o mundo estivesse acabando e ela fosse tudo o que eu precisava pra me salvar.

Ela era tudo. Sempre foi. Sempre vai ser.

A respiração dela estava acelerada, os lábios entreabertos, e eu não conseguia mais pensar direito. Cada toque, cada suspiro, cada arrepio na pele dela me levava mais longe, como se eu estivesse mergulhando num sonho que só ela podia me dar.  

Apertei levemente o quadril dela, sentindo o calor do corpo dela contra o meu, e deslizei a mão por baixo da blusa, encontrando a pele macia das costas. Marina arqueou-se contra mim, um gemido baixo escapando quando meus dedos subiram pela coluna dela, explorando cada curva como se fosse a primeira vez.  

- Luan… -ela sussurrou, a voz trêmula, os dedos apertando o tecido da minha camisa.  

- Eu tô aqui… -respondi, beijando-a novamente, devagar, saboreando o gosto dela.  

Minha mão desceu até a coxa dela, agarrando com suavidade, e ela abriu as pernas um pouco mais, me deixando encaixar entre elas. O contato dos nossos corpos era quase doloroso de tão bom, e eu sentia o coração batendo como se quisesse sair do peito.  

- Tem certeza? -perguntei, roçando o nariz no dela, os lábios quase se tocando.  

Ela respondeu com outro beijo, mais intenso, mais urgente, as mãos puxando minha nuca com força.  

- Para de perguntar.

Sorri contra a boca dela e deslizei a mão para dentro da calça, sentindo a pele quente da barriga dela antes de descer mais. Ela gemeu quando meus dedos encontraram o que procuravam, úmida e quente, e eu mal conseguia respirar de tão bom que era sentir ela assim.  

Beijei seu pescoço enquanto meus dedos se moviam devagar, sentindo cada tremor, cada reação dela.  

Marina agarrou meu ombro, os dedos cavando na minha pele, e eu sabia que ela estava perto. Mas eu queria mais. Queria sentir tudo.  

Ajustei minha posição, desabotoando minha calça rapidamente antes de puxar a dela só o suficiente. Ela me olhou, os olhos cheios de desejo, e eu não resisti — beijei-a de novo, fundo, enquanto me encaixava nela, devagar, sentindo cada centímetro.  

- Caralho... -murmurei, quase sem ar, a cabeça descansando no ombro dela por um segundo. Era quente, apertado, ela era tudo.  

Ela envolveu as pernas na minha cintura, puxando-me mais para dentro, e eu comecei a me mover, lento no começo, sentindo cada movimento, cada gemido que escapava dos lábios dela.  

Eu aumentei o ritmo, segurando o quadril dela com firmeza, cuidando para não pressionar a barriga. Ela arqueou as costas, os seios se erguendo, e eu não resisti — baixei a cabeça e capturei um dos mamilos na boca, fazendo-a gritar.  

- Luan!

Sorri contra a pele dela e continuei, me perdendo no ritmo, no calor, no jeito que ela me puxava para mais perto, como se não conseguisse me ter perto o suficiente.  

- Eu te amo… -falei, a voz rouca, os quadris batendo contra os dela num ritmo que me levava cada vez mais perto do limite.  

- Eu também… -ela gemeu, os músculos apertando em volta de mim, e eu sabia que ela estava lá.  

Acelerei, segurando ela com força, e então senti — o corpo dela tremendo, os gemidos se tornando mais altos, mais descontrolados, até que ela se arqueou completamente, me puxando junto.  

Eu a enterrei no sofá, os lábios grudados nos dela, engolindo seus gemidos enquanto o meu próprio corpo explodia, o prazer me consumindo por completo.  

Ficamos ali, ofegantes, grudados, por um tempo que pareceu eterno. Estávamos deitados ali no sofá, ofegantes, abraçados, com a respiração aos poucos voltando ao normal. A TV ainda passava o filme que ela tinha colocado, mas eu nem sabia mais em que cena estava. A tigela de pipoca tinha tombado em algum momento, e os grãos estavam espalhados pelo tapete.

Eu acariciava os cabelos dela, sentindo o cheiro doce da sua pele, ainda quente, e com um sorriso idiota nos lábios.

Ela tinha os olhos fechados, mas o canto da boca ainda denunciava um sorriso leve também.

Fiquei em silêncio por uns segundos, só sentindo a nossa filha se mexendo levemente na barriga dela e o coração dela batendo rápido contra o meu peito.

Até que eu soltei, no impulso:

- Marina… casa comigo?

Ela abriu os olhos na hora e me olhou, surpresa. Ficou me encarando por uns instantes… até começar uma crise de riso.

- O quê? -ela gargalhava, tentando falar entre uma risada e outra.- Você… você tá falando sério?

Fiquei olhando pra ela, meio sem graça, mas firme.

- Tô. Tô falando sério. -segurei a mão dela, levando aos meus lábios.- Casa comigo, Marina. Vamos parar com esse jogo, com essa história de só amizade, de “por causa da Serena”. A gente se ama. Eu sei que você me ama também.

Ela ainda ria, mas agora com um brilho diferente nos olhos. Tentava conter as risadinhas, mas parecia impossível.

- Ai, Luan… você tem cada timing… -ela disse, rindo de novo.- Pede isso logo depois de… bom, depois disso tudo?

- É claro. -eu disse, rindo junto, encostando minha testa na dela.- Você é a mulher da minha vida, Marina. E é a mãe da minha filha. Eu só precisava ouvir da sua boca o que você me disse hoje… que seu coração ainda é meu.

Ela mordeu o lábio, me olhando nos olhos, e o riso foi diminuindo aos poucos, dando lugar a uma expressão mais séria, mas cheia de ternura.

- Você é impossível… -ela murmurou, encostando a mão no meu rosto.- Mas… eu te amo, Luan.

- Então diz que sim. -insisti, num sussurro.- Diz que vai ser minha pra sempre.

Ela respirou fundo, ainda com um sorrisinho nos lábios, e me beijou devagar.

- Eu penso no caso… -ela provocou, e caiu na gargalhada de novo.

E eu só podia rir junto, porque mesmo sem a resposta definitiva, só de ter ela assim nos meus braços, rindo comigo, me amando… eu já era o cara mais feliz do mundo.

De repente, ela resmungou:

- Tá, chega. Eu preciso tomar um banho. -e estendeu a mão pra mim, pedindo ajuda pra se levantar.- Me ajuda aqui, vai…

Segurei a mão dela e puxei com cuidado, ajudando ela a se colocar de pé. Mas é claro que eu não perdi a oportunidade:

- Tomar banho? -arqueei uma sobrancelha, com aquele meu sorriso mais safado.- Então já vou indo também…

Ela parou, me encarou, e soltou uma risadinha desacreditada.

- Você é um descarado, Luan.

Dei de ombros, com um sorriso preguiçoso nos lábios.

- Ué… só tô oferecendo companhia. -me levantei, passando os braços pela cintura dela e me inclinei no ouvido dela pra sussurrar:- Não é bom tomar banho sozinha no seu estado. Escorrega, dá tontura… muito arriscado.

Ela rolou os olhos, mas eu senti o arrepio percorrer a espinha dela mesmo assim.

- Você não perde a chance de dar uma cantada, né?

- Nunca. -falei, beijando de leve o pescoço dela.- Até porque eu sou um homem prevenido. Se você escorregar no banheiro, eu já tô lá pra te segurar.

Ela soltou outra risada, meneando a cabeça.

- Tá bom, Luan. Vem logo, antes que eu mude de ideia e tranque a porta na sua cara.

- Ah, não vai ter porta que me impeça. -respondi, dando um tapinha leve na bunda dela e a seguindo pelo corredor, já imaginando que aquele banho ia demorar bem mais do que ela tava planejando.

A gente entrou no banheiro, ela abriu o chuveiro enquanto eu já ia ajudando a prender o cabelo dela num coque desajeitado — não que eu fosse bom nisso, mas a tentativa a fez rir.

Ela entrou primeiro, e eu logo depois, ficando atrás dela, passando as mãos carinhosamente pela cintura enquanto a água quente caía sobre nós dois. Por alguns instantes, só ficou aquele silêncio confortável, só o som da água e a respiração dela, que aos poucos ia ficando mais calma.

Eu me abaixei um pouco, beijei o ombro dela e murmurei:

- Eu sei que te peguei de surpresa lá na sala… com aquele “casa comigo”.

Ela soltou uma risadinha baixa e balançou a cabeça.

- Você não tem jeito mesmo… -disse, olhando pra baixo, meio tímida.

- É, eu sei. -falei, com um sorrisinho.- Mas… tudo bem você não ter dado uma resposta agora. Não tô com pressa, não.

Ela me olhou por cima do ombro, os olhos brilhando com aquela mistura de ternura e insegurança. Eu aproveitei, segurei o rosto dela com cuidado, levantando só um pouco o queixo dela pra que me encarasse.

- Só quero saber uma coisa… -continuei, sério, mas com um tom leve, quase brincalhão.- Se eu planejar um pedido bonitinho… bem do jeito que você merece, cheio de flores, música, essas coisas que você adora… você vai dizer sim pra mim?

Ela arqueou uma sobrancelha, fingindo dúvida, mas eu vi o sorriso crescendo no canto dos lábios dela.

- Depende de quão bonitinho vai ser. -respondeu, finalmente, com aquela voz provocadora que eu sempre amei.

Eu ri baixinho, encostando a testa na dela.

- Vai ser o pedido mais lindo que essa cidade já viu. Palavra de Luan.

Ela sorriu, mordendo o lábio, e eu a beijei ali mesmo, de leve, só pra sentir de novo a certeza de que não importava quanto tempo demorasse: essa mulher ainda ia ser minha pra sempre.

Saímos do banho enrolados numa toalha cada um, ainda com aquele clima leve pairando no ar. Marina prendeu a toalha no corpo e sentou na beirada da cama pra secar as pernas enquanto eu já pegava outra toalha limpa pra ela, me oferecendo pra secar o cabelo dela.

Ela arqueou as sobrancelhas, divertida.

- Você? Secar meu cabelo? Isso eu quero ver.

- Pode confiar. -falei, rindo, e me ajoelhei atrás dela. Peguei a toalha nas mãos e comecei a esfregar devagar, do jeito que eu lembrava de ver ela fazendo. Ela soltava uns suspiros leves e fechava os olhos de vez em quando, e eu aproveitei pra beijar de leve a nuca dela entre um movimento e outro.

- Vai devagar aí, senão você vai arrancar meu couro cabeludo. -ela disse, rindo baixinho, quando me empolguei demais.

- É que eu tô treinando pra ser pai de menina, já tô ficando bom nessas coisas de penteado e cuidados. -respondi com um sorriso.

Ela abriu um sorriso cansado mas doce, olhando pra baixo.

- Vai ser um bom pai, Luan… -disse ela, baixinho.- A Serena vai ter muita sorte.

- Não só ela… -eu murmurei, inclinando o rosto pra que ela me olhasse.- Eu também tenho sorte por ter você.

Ela respirou fundo e sorriu sem jeito, como quem ainda não se acostumou a ouvir isso de mim. Quando terminei de secar o cabelo, larguei a toalha no colo dela e passei a mão pela barriga já bem redonda, sentindo a Serena se mexer ali dentro.

- Ela tá inquieta hoje, hein? -comentei.

Marina olhou pra barriga, alisando também, e deu uma risadinha.

- Já tô achando que vai puxar o pai… cheia de energia.

- Que bom… menos uma qualidade sua e mais uma minha. -provoquei, e ela revirou os olhos, mas sorriu.

Ficamos assim por alguns instantes, em silêncio, eu com as mãos apoiadas na barriga dela, sentindo minha filha se mexer, e ela com aquele olhar terno no rosto. 

Marina se ajeitou de lado, me encarando por cima do ombro com um sorrisinho debochado.

- E você pretende dormir aqui mesmo? -perguntou, arqueando uma sobrancelha.

Dei de ombros, já me acomodando melhor ao lado dela e puxando o cobertor mais pra cima.

- Pretendo, ué. Você deixa a porta dessa casa aberta como se morasse no interior em 1920. Qualquer um poderia entrar. Então… é melhor ter um homem aqui pra proteger a casa, não acha?

Ela soltou uma risada curta e revirou os olhos, mas eu vi o cantinho da boca dela tentando segurar um sorriso.

- Ah, claro, meu herói protetor. -disse, irônica, mas com aquele tom carinhoso dela.- Só te aviso uma coisa, Luan: amanhã você vai estar limpando essa pipoca toda espalhada no tapete, viu?

Eu ri e assenti, puxando-a pra mais perto de mim e beijando de leve o topo da cabeça dela.

- Fechado. Amanhã eu limpo a pipoca… e protejo a casa de novo, se precisar.

Ela soltou um resmungo divertido e finalmente fechou os olhos, se acomodando no meu peito, como se no fundo soubesse que eu não ia sair dali por nada no mundo.

Ela já estava quase pegando no sono, com a respiração mansa contra meu peito, quando eu chamei baixinho:

- Marina…

- Hum? -ela respondeu num tom sonolento, sem abrir os olhos, apenas aninhada mais em mim.

Eu fiquei em silêncio por uns segundos, sentindo meu coração acelerar, antes de finalmente soltar:

- Se… se eu te pedisse pra ser minha namorada de novo… você aceitaria?

Ela abriu um olho devagar, me encarando por baixo dos cílios, como se estivesse processando a pergunta. Ficou quieta por um instante, o que me fez engolir seco e achar que tinha dado mancada. Mas aí ela sorriu de leve, aquele sorriso preguiçoso que sempre me desmontava, e perguntou baixinho:

- Depende… você vai ser bonzinho comigo dessa vez?

Eu não contive uma risada baixa, aliviada, e respondi:

- Prometo que vou ser o melhor namorado que você já teve.

Ela fechou os olhos de novo, com um sorrisinho vitorioso nos lábios, e murmurou só:

- Então tá. Considera aceito…

E voltou a se aninhar em mim, como se a vida inteira dela já tivesse decidido que era aqui, comigo, o lugar onde ela sempre ia querer voltar.

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